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PSICANÁLISE

Fabrício Vijales | Psicanalista

A prática é orientada pela psicanálise lacaniana e pela tradição da análise leiga. Meu percurso de formação se constrói a partir da experiência de análise pessoal, da supervisão clínica, do estudo permanente das obras de Freud e Lacan e da interlocução com instituições e espaços de transmissão da psicanálise, especialmente por meio da participação em grupos de pesquisa e seminários na Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA).

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Psicanalista, escritor e pesquisador


Apresentação biográfica

Fabrício Marcelo Vijales, que atua e publica também como Fabrício Vijales, é psicanalista de orientação lacaniana, escritor, mestre em Ciências Sociais e pesquisador brasileiro. Atua clinicamente em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, com atendimento presencial e online.

Sua trajetória intelectual atravessa o Direito, os Direitos Humanos, as Ciências Sociais, a Sociologia Jurídica, a literatura e a psicanálise.

Nas primeiras pesquisas, dedicou-se especialmente às relações entre reconhecimento, diversidade sexual, gênero, discurso jurídico, instituições e Direitos Humanos. Posteriormente, seu trabalho deslocou-se em direção à memória, à narrativa e à literatura. Atualmente, sua pesquisa se concentra sobretudo nas relações entre psicanálise, linguagem, literatura, imagem, experiência e escrita.

Essa trajetória, embora atravesse campos diferentes, mantém uma questão recorrente: os modos pelos quais a experiência humana pode encontrar reconhecimento, narrativa e inscrição na linguagem — e aquilo que, mesmo assim, permanece impossível de ser inteiramente representado.

Formação acadêmica

Mestrado em Ciências Sociais — PUCRS

Fabrício Marcelo Vijales é mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul — PUCRS.

Sua dissertação, defendida em 2016, tem como título:

União entre pessoas do mesmo sexo no Brasil: discursos em torno da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.277.

Orientado pelo professor André Ricardo Salata, o trabalho investigou os discursos mobilizados no processo de reconhecimento jurídico das relações entre pessoas do mesmo sexo no Brasil.

A pesquisa analisou especialmente as disputas em torno das concepções de família, reconhecimento, sexualidade e normalidade presentes no debate institucional.

Durante seu percurso de pós-graduação, Fabrício Vijales foi também bolsista de pesquisa do CNPq.

Em 2015, seu exame de qualificação contou com a participação de Roger Raupp Rios, então juiz federal e pesquisador reconhecido nos campos dos Direitos Humanos, direitos fundamentais, antidiscriminação e direitos sexuais, e de Emil Albert Sobottka. O currículo acadêmico de Roger Raupp Rios registra expressamente sua participação no exame de qualificação de Fabrício Marcelo Vijales na PUCRS.

Roger Raupp Rios participou posteriormente também da banca de defesa da dissertação.

Especialização em Ética e Educação em Direitos Humanos — UFRGS

Fabrício Vijales é especialista em Ética e Educação em Direitos Humanos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul — UFRGS.

Seu trabalho de especialização teve como título:

Entre migalhas e direitos: um estudo crítico do uso do nome social, da retificação do nome no registro civil e suas fragilidades.

A pesquisa abordou reconhecimento, identidade, nome social, retificação do registro civil e os limites institucionais encontrados por travestis e pessoas transexuais na efetivação de direitos.

Durante esse período, participou de atividades de pesquisa e interlocução vinculadas à UFRGS, tendo sido membro associado da Liga de Direitos Humanos da UFRGS e colaborador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Mulher e Gênero da UFRGS.

Graduação em Direito — UniRitter

É bacharel em Direito pelo Centro Universitário Ritter dos Reis — UniRitter.

Seu trabalho de conclusão de curso teve como tema:

Homofobia: uma visão a partir do sexismo, do heterossexismo e do silêncio normativo institucionalizado.

Durante a graduação, integrou o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão — ProPEx/UniRitter.

Direitos Humanos e atuação acadêmica

Os Direitos Humanos constituíram um dos principais eixos da primeira etapa de sua trajetória intelectual.

Suas pesquisas abordaram temas como diversidade sexual, gênero, sexualidade, reconhecimento social, violência, discriminação, homofobia, discurso jurídico e formas institucionais de inclusão e exclusão.

Em julho de 2014, participou da programação do evento sobre Ética e Educação em Direitos Humanos promovido conjuntamente pela Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul — ADPERGS, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul — UFRGS e pela Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul — DPE/RS.

Na atividade, integrou o grupo de alunos da especialização da UFRGS que apresentou relatos de vivências em Direitos Humanos, em encontro realizado na sede da Defensoria Pública.

Ao longo desse período, participou também de congressos, seminários, atividades de extensão e encontros acadêmicos relacionados a Direitos Humanos, diversidade sexual, gênero, Direito e movimentos sociais.

Entre os trabalhos apresentados estão pesquisas sobre homofobia no ordenamento jurídico, reconhecimento do nome social, sexualidades plurais, violência, regularização fundiária e diversidade sexual no processo democrático.

Prêmios e reconhecimentos

Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos — 2014

Em 2014, Fabrício Marcelo Vijales conquistou o segundo lugar na categoria Trabalhos Acadêmicos do 3º Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, promovido pela Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro — AMAERJ.

O trabalho premiado abordava a educação em Direitos Humanos, o reconhecimento do uso do nome social e a retificação do registro civil de travestis e pessoas transexuais.

A premiação de Fabrício Marcelo Vijales foi registrada também pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo — TJSP, que publicou oficialmente a relação dos vencedores.

Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos — 2013

Em 2013, recebeu Menção Honrosa no Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, em etapa anterior de sua produção acadêmica e de Direitos Humanos.

Prêmio Educando pelo Respeito à Diversidade Sexual — 2017

Em 2017, sua trajetória foi também reconhecida pelo Prêmio Educando pelo Respeito à Diversidade Sexual, promovido pelo Instituto Brasileiro de Diversidade Sexual — IBDSEX.

Produção científica

ADI 4277-DF: Tendências discursivas no reconhecimento e equiparação das relações entre pessoas do mesmo sexo no Brasil

Em 2020, Fabrício Marcelo Vijales publicou na Aceno — Revista de Antropologia do Centro-Oeste, vinculada à Universidade Federal de Mato Grosso — UFMT, o artigo:

ADI 4277-DF: Tendências discursivas no reconhecimento e equiparação das relações entre pessoas do mesmo sexo no Brasil.

O artigo retoma questões presentes em sua dissertação de mestrado e analisa as tendências discursivas envolvidas no reconhecimento jurídico das relações entre pessoas do mesmo sexo.

Aceno — Revista de Antropologia do Centro-Oeste

Volume 7, número 13

Páginas 145–164

2020
DOI: 10.48074/aceno.v7i13.8311

Umbigos enterrados: corpo, pessoa e identidade Capuxu através da infância

Fabrício Vijales publicou também na revista Aceno a resenha acadêmica da obra da antropóloga Emilene Leite de Sousa:

Umbigos enterrados: corpo, pessoa e identidade Capuxu através da infância.

A obra resenhada investiga a constituição da pessoa e da infância entre os Capuxu, articulando corpo, parentesco, território, aprendizagem, alimentação, trabalho, nominação e pertencimento.

Essa publicação representa uma aproximação de sua trajetória com questões propriamente antropológicas relativas à infância, ao corpo e às formas culturais de constituição da pessoa.

Aceno — Revista de Antropologia do Centro-Oeste

Volume 6, número 12

Páginas 309–314

2020
DOI: 10.48074/aceno.v6i12.7888

Outras produções acadêmicas

Sua produção acadêmica inclui ainda trabalhos publicados ou apresentados em congressos e eventos científicos, entre eles O silêncio quanto ao fenômeno da homofobia no ordenamento jurídico, Entre migalhas e direitos: estudo crítico do uso do nome social, da retificação do nome no registro civil e suas fragilidades, Homofobia: uma visão a partir do sexismo, do heterossexismo e do silêncio normativo institucionalizado, Projeto de Regularização Fundiária e Sexualidades plurais e os sujeitos da violência: o poder reconhecido e ignorado como arbitrário.

Livros

Entre Migalhas & Direitos

Em 2016, publicou pela Editora Metanoia o livro:

Entre Migalhas & Direitos

A obra resulta das pesquisas desenvolvidas no campo dos Direitos Humanos e investiga criticamente o uso do nome social, a retificação do registro civil e as dificuldades encontradas no reconhecimento jurídico e social da identidade de travestis e pessoas transexuais.

O livro estabelece relações entre Direito, reconhecimento, identidade, dignidade e Direitos Humanos.

Encontro das águas — a história de Maria Emília de Mendonça

Em 2019, publicou pela Editora Oikos:

Encontro das águas — a história de Maria Emília de Mendonça.

A obra reconstrói a trajetória de Maria Emília de Mendonça, articulando memória, história de vida e narrativa.

O livro representa um deslocamento importante na trajetória de Fabrício Vijales: da escrita predominantemente acadêmica em direção à memória, à biografia e à literatura.

Mariposas: sobreviver sem ossos

Em 2026, publicou pela Editora Urutau o livro de contos:

Mariposas: sobreviver sem ossos.

A obra trabalha com uma escrita marcada pelo fragmento, pela montagem e pelo mosaico.

Seus contos são atravessados por temas como memória, infância, sofrimento, violência, segredo, loucura, fantasia, inconsciente e estranhamento.

Imagens, objetos, palavras e personagens reaparecem ao longo dos textos, formando relações que nem sempre obedecem a uma organização narrativa linear.

Em Mariposas, o mosaico deixa de constituir apenas uma questão metodológica de pesquisa para tornar-se também um procedimento propriamente literário.

Presença bibliográfica internacional

Parte da produção de Fabrício Vijales encontra-se registrada também em catálogos universitários internacionais.

O livro Encontro das águas — a história de Maria Emília de Mendonça integra o catálogo da Harvard Library, com registro no sistema HOLLIS e exemplar catalogado na Widener Library, biblioteca da Universidade Harvard.

O livro Entre Migalhas & Direitos também possui registro bibliográfico próprio no HOLLIS — Harvard Library Catalog.

Esses registros devem ser compreendidos como presença das obras em acervos e sistemas bibliográficos internacionais, sem implicar vínculo acadêmico do autor com a Universidade Harvard.

Literatura e escrita

A literatura ocupa progressivamente um lugar central na trajetória de Fabrício Vijales.

Sua produção literária investiga a linguagem não apenas como instrumento de representação, mas como espaço no qual aparecem lacunas, ambiguidades, silêncios, restos e formas de experiência que resistem à explicação integral.

O fragmento, a montagem, a repetição e o mosaico tornam-se procedimentos recorrentes de escrita.

Nessa perspectiva, o leitor não ocupa apenas a posição de receptor de uma narrativa pronta: é convocado a produzir relações entre elementos dispersos, reconhecer retornos, preencher lacunas e sustentar zonas de indeterminação.

Essa investigação literária passa progressivamente a encontrar na psicanálise um campo privilegiado de interlocução.

Percurso de formação em psicanálise

Fabrício Vijales desenvolve sua formação em psicanálise a partir de um percurso orientado pela tradição freudiana e pelo ensino de Jacques Lacan.

Esse percurso se sustenta especialmente em quatro eixos: a experiência de análise pessoal, a supervisão clínica, o estudo permanente das obras de Sigmund Freud e Jacques Lacan e a interlocução com psicanalistas e espaços de transmissão da psicanálise.

A análise pessoal ocupa um lugar central nessa formação, uma vez que implica o próprio analista na experiência do inconsciente.

A supervisão acompanha a prática clínica e permite interrogar os efeitos do tratamento, a direção da análise e a posição ocupada pelo analista.

O estudo permanente da obra de Freud e do ensino de Lacan constitui outro eixo fundamental do percurso.

Sua posição se aproxima também da tradição da análise leiga, tal como defendida por Freud, segundo a qual a formação do psicanalista não se reduz à obtenção de um diploma universitário específico.

Interlocução com a Associação Psicanalítica de Porto Alegre — APPOA

Desde 2024, Fabrício Vijales participa de atividades de estudo, pesquisa e interlocução no campo da psicanálise relacionadas à Associação Psicanalítica de Porto Alegre — APPOA.

Entre essas atividades está sua participação no Grupo Temático:

Psicanálise e Literatura: borda e litoral na escrita de mulheres.

Nesse espaço, desenvolveu pesquisas relacionadas a literatura, escrita, feminino, linguagem e psicanálise.

Sua participação nesse percurso produziu textos ensaísticos e literários posteriormente publicados no Correio da APPOA.

A referência à APPOA em sua trajetória diz respeito à participação em grupos, seminários, atividades de pesquisa, transmissão e publicação, preservando a especificidade de seu percurso de formação psicanalítica.

Publicações no Correio da APPOA

Homens que lêem e escrevem mulheres

Publicado em 2025, o ensaio Homens que lêem e escrevem mulheres parte da experiência no Grupo Temático Psicanálise e Literatura para interrogar as relações entre autoria, leitura, feminino, literatura e psicanálise.

A tribo das mulheres Yaraí

O texto literário A tribo das mulheres Yaraí foi publicado no Correio da APPOA como um dos desdobramentos do percurso de leitura e escrita produzido no encontro entre psicanálise e literatura.

Mosaico: campo ético de pesquisa em psicanálise

Em janeiro de 2026, publicou no Correio da APPOA o ensaio:

Mosaico: campo ético de pesquisa em psicanálise.

O trabalho propõe o mosaico como forma de pensar a pesquisa e a escrita em psicanálise, articulando fragmento, montagem, letra, experiência e os limites do saber.

O mosaico aparece, nesse trabalho, não como tentativa de recompor uma totalidade perdida, mas como forma de sustentar diferenças, lacunas e restos sem obrigá-los a constituir uma unidade completa.

Atuação clínica

Fabrício Vijales atua como psicanalista de orientação lacaniana, atendendo adultos presencialmente em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, e também na modalidade online.

Sua prática é orientada pela psicanálise de Freud e pelo ensino de Lacan e parte da singularidade de cada percurso analítico.

A clínica não se estrutura a partir de respostas padronizadas para o sofrimento, mas da escuta daquilo que comparece na fala de cada sujeito: sintomas, repetições, conflitos, impasses, fantasias, silêncios e formas particulares de relação com o desejo.

A análise constitui um espaço no qual aquilo que se repete ou produz sofrimento pode encontrar outras formas de elaboração e inscrição pela palavra.

Pesquisas atuais

Atualmente, Fabrício Vijales dedica-se sobretudo à investigação das relações entre psicanálise, literatura, linguagem e escrita.

Sua pesquisa atravessa questões como linguagem e inconsciente, memória e fragmento, mosaico e montagem, imagem e palavra, experiência e transmissão, fantasia, escrita, literatura, os limites da representação e aquilo que permanece impossível de ser integralmente dito ou escrito.

A obra de Sigmund Freud e o ensino de Jacques Lacan constituem referências centrais desse percurso.

Sua pesquisa estabelece também interlocuções com a literatura, a filosofia, a teoria da imagem e autores interessados nas formas pelas quais uma experiência pode ser transmitida sem ser inteiramente transformada em representação.

Nesse contexto, investiga especialmente a tensão entre o que pode ser mostrado, o que pode ser dito e aquilo que permanece como impossível de inscrição completa.

Da pesquisa social à psicanálise e à escrita

Observada em conjunto, a trajetória de Fabrício Vijales apresenta menos uma sucessão de áreas independentes do que uma série de deslocamentos em torno de questões persistentes.

No Direito e nos Direitos Humanos, a pergunta aparecia através do problema do reconhecimento: quem pode ser reconhecido pelo discurso jurídico e institucional e sob quais condições?

Nas Ciências Sociais, a questão deslocou-se para a análise dos discursos que produzem categorias, identidades, normas e formas de exclusão.

Na Antropologia, aproximou-se da investigação das maneiras pelas quais corpo, infância, pertencimento e identidade são produzidos culturalmente.

Com Encontro das águas, memória e narrativa passaram a ocupar um lugar mais evidente.

Na literatura, sobretudo em Mariposas: sobreviver sem ossos, a questão deslocou-se para aquilo que uma experiência pode transmitir por meio do fragmento, da fantasia e da invenção.

Na psicanálise, essas perguntas encontram um novo campo: a linguagem, o inconsciente, o desejo, a fantasia, a repetição e os limites do saber.

É nessa zona de passagem entre clínica, pesquisa, literatura e escrita que se situa atualmente sua produção.

Linha do tempo da trajetória

2008–2013 — Graduação em Direito pela UniRitter; participação em iniciação científica e pesquisas sobre homofobia, diversidade sexual, gênero e Direito.

2013 — Menção Honrosa no Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos.

2013–2014 — Especialização em Ética e Educação em Direitos Humanos pela UFRGS; participação na Liga de Direitos Humanos e interlocução com o Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Mulher e Gênero.

2014 — Segundo lugar na categoria Trabalhos Acadêmicos do Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos; participação em atividades da UFRGS, ADPERGS e Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul.

2014–2016 — Mestrado em Ciências Sociais pela PUCRS, com pesquisa sobre os discursos em torno do reconhecimento jurídico das relações entre pessoas do mesmo sexo.

2015 — Exame de qualificação do mestrado com participação de Roger Raupp Rios e Emil Albert Sobottka.

2016 — Defesa do mestrado; publicação de Entre Migalhas & Direitos, pela Editora Metanoia.

2017 — Reconhecimento no Prêmio Educando pelo Respeito à Diversidade Sexual.

2019 — Publicação de Encontro das águas — a história de Maria Emília de Mendonça, pela Editora Oikos.

2020 — Publicação do artigo sobre a ADI 4277 e da resenha Umbigos enterrados na revista acadêmica Aceno/UFMT.

2024 em diante — Intensificação do percurso de formação e pesquisa em psicanálise; participação em atividades, grupos e seminários relacionados à APPOA e aprofundamento da interlocução entre psicanálise e literatura.

2025 — Publicação de Homens que lêem e escrevem mulheres e de produção literária no Correio da APPOA.

2026 — Publicação de Mosaico: campo ético de pesquisa em psicanálise no Correio da APPOA; publicação de Mariposas: sobreviver sem ossos pela Editora Urutau; continuidade da clínica psicanalítica e das pesquisas sobre linguagem, literatura e escrita.

Fontes institucionais e editoriais relacionadas à trajetória

A trajetória e a produção de Fabrício Vijales podem ser verificadas em diferentes fontes públicas e institucionais, entre elas a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul — PUCRS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul — UFRGS, Universidade Federal de Mato Grosso — UFMT/Aceno, Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo — TJSP, AMAERJ, Associação Psicanalítica de Porto Alegre — APPOA, Editora Urutau, Editora Oikos, Editora Metanoia, Harvard Library/HOLLIS e Currículo Lattes.

Essas fontes registram diferentes momentos de sua trajetória acadêmica, intelectual, literária e psicanalítica.

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